É indescritível a complicação em que você consegue colocar nas coisas. É intolerável, me deixando com os nervos abalados. Minha pena, é ser tão calma, a ponto de quanto mais ser estressada, mais calma me manter. Mas isso é por fora, porque por dentro, tudo parece um vulcão a ponto de entrar em erupção.
É incrível, sua possibilidade de tentar me irritar. Deixar a infantilidade de lado, e assumir os erros. Ou ser orgulhoso demais, a ponto de fazer o que quer, sem querer dar satisfação da vida. Eu sei, não sou um bicho de pé, mas também não sou uma qualquer.
Homens, me confundem, me complicam, me revogam, me deixam de cabelos brancos. Me enfraquecer, é me deixar sem um por perto. Eu digo em base familiar, ou em relacionamento. Eles são explosivos, brutos, e muitas vezes fazem aquilo que querem, só pra não nos dar o gostinho de "ter um dedinho na vida deles", mas são companheiros.
Então parei para pensar, refletir. Uns gostam de mulheres melosas, outros gostam das decididas, outros acham apaixonante uma mulher cheia de frescurinhas. Outros preferem as que usam salto, ai tem outros que amam ver uma mulher de chinelinha. Foi ai que cai em si, de que, homens são tão complicados quanto as mulheres, ou ate mais. E esse tabu de que mulheres são complexadas, já saiu de moda. Homens são tão moderadores quanto nós.
Agora vir falar que "Se não ta feliz, arruma outra mulher", para com isso, para que ta feio. Ambos se completam, independente de sexo, homem com homem briga, mulher com mulher brigam também. Imaginem homem com mulher? Vamos deixar de democracia, e viver mais intensamente. Ninguem é obrigado a viver com um ignorante. Nem com um machista muito menos com uma feminista. Somos humanos, e devemos acima de tudo respeitar nossos parceiros. Mesmo sendo complicados, somos feitos para isso.
Então parar, pensar, e agir vai mudar tudo. Parar de querer impor tantas opiniões vai fazer dos seus dias mais felizes. Somos complicados. Mas somos completos.
terça-feira, 28 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Seja a diferença.
O improvável é imaginário. Querer é poder. Sonhar é lutar. Ir atrás, é que te diferencia dos demais. Erguer a cabeça, e saber que a vida tem os seus altos e baixos, os seus muitos obstáculos, te torna um ser humano mais forte e capacitado, para melhores superações. Mesmo sabendo que nada é tão concreto, a vida tende a pregar peças, inanimados, que tanto pode ajudar, quanto atrapalhar. Isso ai, fica á seu critério.
Ser suspenso em pensamentos, e agir na formalidade correta, é algo tão obrigatório quanto ser humano, acima de tudo. Respirar fundo, manter a calma, ser seletivo, e proporcionar aos demais a sua volta, uma amizade vulnerável, no qual sempre possa contar com sua presença.
Seja pacifico, e releve as improváveis más linguás, que rondam por ai. Azucrinando sua mente, te fazendo agir na impulsividade, e fazendo no qual você aja de forma arrogante, lhe tirando do sério, e si mesmo. Seja mais provável, mais brando, em relação aos sentimentos. Não é tão complexo assim, muito menos horrendo. Abrir o coração para si e para o mundo, te torna um ser mais agradável. Isso faz bem.
Medir as palavras, com régua de amor. Ser generoso, não bobo. Mas amoroso. Sabe, eu tive uma experiência constrangedora, ao conhecer uma pessoa no qual me apeguei, mas, a dureza e frieza de seu coração, fazia com que eu me sentisse na insegurança plena. Me manti fria também, tratando da forma mais simples e clara que eu pude. Ate que por fim, cai em si, de que, caso eu o tratasse de forma amigável, e carismática, a pessoa também cairia em si, e se tornaria um alguém mais doce.
Nunca senti a necessidade de mudar alguém, mas se vejo que a pessoa no entanto, precisa de uma boa companheira, para lhe ajudar com palavras doces, eu poderia sim, ser essa tal companhia, e foi bem isso no qual eu fiz. Os 'Bom dia', tão singelo, passaram a ser um 'Bom Dia meu Bem', e foi com a minha mudança, que pude notar a mudança a minha volta. Foi ai então, que notei que sou capaz de fazer o melhor.
segunda-feira, 13 de julho de 2015
É só isso, e mais nada
Eu já sabia que nada era um conto de fadas. Que pelas
manhãs, não existiriam aquelas meras declarações de amor. Aliás, que nem
existiria amor. Sabia também, que sua presença seria meio vaga, que nossas
coincidências seriam poucas, mas sabia que sua mão, mesmo sendo rudes pela
grosseria do seu coração, encaixaria perfeitamente a minha.
Era ate monótono imaginar, três horas ao lado de uma pessoa,
no qual os assuntos pouco se batiam, onde ate os times de futebol era oposto, e
o que dirá então das musicas. Mas eu quis assim, sempre achei mais monótono
ainda ter um clone meu, ou um alguém que soubesse de tudo que sei, ou
concordasse com tudo que eu dissesse.
Sei que não sou advogada pra sair por ai caçando causas, mas
era isso que eu queria, queria alguém que discordasse de que tal musica era
melhor que tal musica, ou então que a pessoa nem conhecesse a musica. Mas seria
interessante, eu mostrar meus gostos, e ter novos conhecimentos por vir.
Então foi meio assim, meio mais, meio menos. O que eu queria
mesmo era ter um abraço confortante, daqueles bem sinceros, no qual eu
colocasse minha cabeça no pescoço da pessoa, e me perdesse em pensamentos
sentindo a suavidade do perfume, no qual eu nem fazia ideia de qual era. Eu queria
era isso, uma pessoa decidida pra mim, independente, que entendesse que meu futuro era bem meu mais
precioso, e que era nele que eu deveria investir.
Eu não queria ser barrada, vigiada, ou qualquer coisa desse gênero. Eu queria confiança, saber que mesmo de longe
existe um alguém que confia nos meus passos, que confia nas minhas palavras, e
na minha segurança. Mesmo não sendo severa, meu tom ranzinza de ser,
despertasse a doce pessoas que existisse dentro de mim. Era meio assim, aliás,
era exatamente assim que eu queria. Eu quero que as coisas fluam, naturalmente,
sem constrangimento sem picuinhas.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Vá viver, vá!
A vida é um tanto quanto complexa. Tem lá suas limitações, desejos, e pecados. Tem seus erros e seus errantes. Seus anjos e demônios. A vida, sem mais, tem suas atitudes, suas propriedades, suas caras , desavenças, criticas e comentários.
O limite da vida, é o segredo. Ela te apropria a fazer o que se deve. Mas se você faz o que não deve, as coisas desandam e daí por diante, uma coisa começa a ligar a outra. Se você erra, um erro puxa outro erro. Se você acerta, parabéns, só isso mesmo!
A realidade, é que errar é muito simples e fácil. Agora meu caro, acertar, ai sim está o desafio. Você não precisa simplesmente seguir os 10 mandamentos da bíblia, você não precisa simplesmente respeitar as leis impostas. Você tem que ser certo. E isso é algo impossível.
Porque é impossível? Porque ninguém é perfeito, se você é muito doce, outro vem e lhe passa a perna.Se você é muito ignorante, vive só. Mas ai me perguntam: Onde acerto nessa história? Meu caro, você só acerta quando você começa a ver que nem sempre acertar é o certo. Que acima de tudo, você deve viver uma vida concreta e sua.
Levantar, respirar, e ser acima de tudo quem você é. Agir da sua maneira, pensar o que tem de ser pensado, sem medo das palavras opostas e mal ditas por ai. A vida é única, e ela tem sim, que ser vivida, e não simplesmente passada de dia a dia. Ela tem que ser respeitada, ela tem que ser desafiada, ela tem que ser criativa.
Meu bem, se levante. Vá conhecer o que você ainda não conheceu. Vá sorrir, e veja o quanto sua vida quer ser sua, só sua, e tão sua. Ela quer ser vivida, sim, ela é sua, somente sua. Então use-a, abuse-a. Ande por ai...
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Talvez nada esteja certo
Talvez eu seja retrógrada demais, inconveniente demais, obsessiva demais, ou algo que nem tenha nome específico ainda. Talvez eu seja um ponto inevitável, um fim de frase, uma briga mal resolvida, o inicio de um beijo, a solenidade de um calafrio, a esperança do concreto, talvez..
Se nada se conclui, talvez, eu seja a culpada. Já não possuo medo, nem sou mais a dona do amor. Suspiro dor, que intercala minha voz, como uma influência vinda de outro lugar, meio ríspido, meio amarga.
Me disseram então que a madrugada é mútua, achei superfulo a expressão usada na frase. Então, quando me vi só, em meio aos lençóis, sem nada mais á se fazer, pude cair em si, de que o céu escuro, descansa meus pensamentos, renova a mente, mas ascende aquilo que mais se deseja, a paciência.
Mas pude crer que quando eu pude falar que o amor é algo inexistente, a voz intercalada soou com frieza ate mim. Nem todos pensamos da mesma maneira, e dizer algo assim, gera um grande espanto aos demais, isso foi uma pedra jogada na rua.
A verdade, é que todos dizem que tudo existe, a alma, a calma, a morte, o fim, o inicio e o amor. Mas nem todos podem provar se realmente tudo isso seja existente. Se amar é apenas um tabu, se responder é apenas uma liberdade, se planos são apenas uma expectativa que nem sempre, irá se tornar realidade...
Eu deixei de acreditar, por si só, por mim, pelo meu fim!
terça-feira, 7 de julho de 2015
Mas o dia passa...
Eloquente. Inconsciente. Incapaz talvez... Meu caro, era tudo pleonasmo imaginário. Sem refugio, meu peito doeu, então parei. Não continuei, sorri até. Mas a dor como de um inicio de ataque cardíaco me prendeu, ali naquela mesa, ao toque das vozes ao meu lado, e eu como sempre só. Pensando em todos meus erros, e nas minhas amarguras.
Era meu fim, sem emprego, prestes a trancar a faculdade que sempre quis graduar, mas e daí? Que mandem os fuzileiros atrás de mim, eu não havia feito nada de errado mesmo. E mesmo se eu tivesse feito, não seria errado, eu não me culparia, afinal, a sociedade já me faz isso de graça. Meu tempo é precioso meu caro.
Em uma mesa de quatro lugares, e apenas uma pessoa ocupando um dos lugares, era eu. Sabe meu problema? Muitas vezes, eu me isolo demais dos meus próprios conceitos, me deixando á beira do abismo, onde não terá fim, e eu cairei por séculos e séculos.
O cheiro do café da minha imaginação, a minha camisa social, á companhia de Dom Casmurro, onde Machado de Assis, quis me agradar ao escrever. Talvez minha ironia, me quebrasse ao meio. E meu coração com pouco sentimento, me fazem só do mundo.
Mas eu estava lá, tentando ser diferente, á espera dele. Mas o vejo passar, com um sorriso frouxo, e lá estava eu, sozinha, plantada em uma mesa. Quanta falta de sorte a minha, uma bela duma ritmia. Que maldição.
Mas tentei nem ligar, já era noite o suficiente, para que eu, segurasse a paz e o sossego, e tentasse imaginar que logo mais, eu estaria em meu refugio. Mesmo tendo mais uma hora pela frente, dentro de um ônibus barulhento. Mas eu ate gosto de lá, das minhas poltronas que sempre são, só minhas.
E então meu dia chegou ao fim, ás 3 da manhã, deitada em minha cama, ouvindo minha própria respiração, e cultuando aquela maravilhosa lua que eu podia avistar da minha janela. De tão torta que sou, acabo me considerando uma mola.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Pare de julgar o próximo, poxa.
Então antes de apontar o dedo para alguém, se olhe no espelho e aponte o dedo para a pessoa que você vê. Pois sei que a pessoa que reflete lá, te conhece muito bem, e você também a conhece muito bem, e somente você, pode se julgar, e somente você pode saber dos seus próprios defeitos e das suas decisões.
Sair por ai criando expectativas ate para o padre, é problema seu e de seus pensamentos. Caso não de certo, a culpa não é minha, a culpa é sua. Então não me julgue sem antes saber da minha vida, e do que passo nos meus dias. Eu sou de carne, osso e problemas. E acho que meus prolemas são pesados demais, pra um alguém de costas tão fracas quanto a sua.
Se achas que não tem capacidade de se sentir feliz sozinho, com outra pessoa ao seu lado, é que você não vai saber ser feliz mesmo. Quando você começar a se enxergar na vida dos outros, você vai saber o que é saber esperar, o que é aquela palavra mágica dos últimos tempos, a tal da paciência.
Então, pense bem antes de tomar qualquer atitude, lembre-se que a vida não é feita apenas de palavras, e sim de atitudes e perseverança. Olhe ao seu redor, e vejo como o mundo anda, como as pessoas vem diminuindo o riso, e vem chorando cada dia mais. Como as coisas já perderam o sentido da vida. Como a dor vem consumindo os dias e as horas.
Eu não quero te julgar, pois sei que ninguém tem esse dever. Mas quero que você se julgue primeiro antes de julgar o próximo. E sei que você não é tão vazio de si, pois só pessoas vazias de si que não consegue fechar os olhos e se enxergar de dentro para fora. A não ser que seu interior seja tenebroso demais para isso.
Antes de tudo, engula suas más opiniões, tente abraçar mais, beijar mais, sorrir mais. Depois você nem vai enxergar erros de ninguém. Vai la, garoto!
Sair por ai criando expectativas ate para o padre, é problema seu e de seus pensamentos. Caso não de certo, a culpa não é minha, a culpa é sua. Então não me julgue sem antes saber da minha vida, e do que passo nos meus dias. Eu sou de carne, osso e problemas. E acho que meus prolemas são pesados demais, pra um alguém de costas tão fracas quanto a sua.
Se achas que não tem capacidade de se sentir feliz sozinho, com outra pessoa ao seu lado, é que você não vai saber ser feliz mesmo. Quando você começar a se enxergar na vida dos outros, você vai saber o que é saber esperar, o que é aquela palavra mágica dos últimos tempos, a tal da paciência.
Então, pense bem antes de tomar qualquer atitude, lembre-se que a vida não é feita apenas de palavras, e sim de atitudes e perseverança. Olhe ao seu redor, e vejo como o mundo anda, como as pessoas vem diminuindo o riso, e vem chorando cada dia mais. Como as coisas já perderam o sentido da vida. Como a dor vem consumindo os dias e as horas.
Eu não quero te julgar, pois sei que ninguém tem esse dever. Mas quero que você se julgue primeiro antes de julgar o próximo. E sei que você não é tão vazio de si, pois só pessoas vazias de si que não consegue fechar os olhos e se enxergar de dentro para fora. A não ser que seu interior seja tenebroso demais para isso.
Antes de tudo, engula suas más opiniões, tente abraçar mais, beijar mais, sorrir mais. Depois você nem vai enxergar erros de ninguém. Vai la, garoto!
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Carta para uma Enfermeira.
Resolvi também lhe escrever, pois sei que mesmo, com tanto carinho e atenção vinda de sua parte para minha melhora, um dia já não estarei mais aqui, e eu quero, que você nunca se esqueça, dessa senhora de cabelos já tão grisalhos, em que você cuida. Sabe minha jovem menina, eu já vivi muitos dias, muitos anos, muitas décadas, e infelizmente e felizmente agora cheguei ao estado mais frágil em que já cheguei nessa minha vida.
Eu já não tenho a capacidade de fazer meus serviços diários sozinha, eu já não sou mais tão rápida para falar e ouvir, como a alguns anos atrás, eu já não ando com rapidez, e sempre venho adoecendo, seja la do que for, mas minha saúde, já não é a mesma, minhas mãos já não possuem forças. Mas eu quero que você saiba, que ninguém nesse mundo, além de minha mãe, cuidou de mim com tanto carinho e com tanto amor.
Sabe minha linda, eu consigo ver por trás desse jaleco tão branquinho, seu coração. Ele pulsa rápido, bem mais rápido do que o meu, que já esta bem desgastado. Eu vejo também, que todas as vezes que você vem ao meu leito, o seu sorriso é meu maior remédio. Sinto também, que as agulhadas que você me da, nem doe tanto, quando você me diz "Vai ficar tudo bem, porque estou aqui ao seu lado". Tudo, fica mais lindo, quando vejo acima de tudo o seu amor.
Minha filhinha, peço desculpas, por ter feito você perder noites de sono, para vir ate mim, me ver, aferir minha pressão e cuidar de mim. Te peço desculpas, se ás vezes eu fico nervosa, mas eu sei que no fundo você me entende, afinal, já não tenho mais tanta força para tantos remédios. Mas eu lhe agradeço, por deixar as paredes brancas desse hospital, muito mais acesas, quando você abre a janela e deixa o sol tão reluzente chegar ate mim. Quando você me abraça, e eu me sinto uma privilegiada por ter uma menina tão linda sempre ao meu lado.
Olha, acima de tudo, continue sendo humana. continue sendo amável, seja além de uma profissional, uma pessoa de alma e sensibilidade. Você pôde trazer de volta pra mim, o carinho em que só minha mãe me deu um dia, e isso não tem preço para mim. Meu anjo de branco, nunca se esqueça, que o motivo para a melhora de todos aqui, é simplesmente o seu sorriso.
Assinado, essa Senhorinha do quarto 8.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Eu sou leve.
Eu vou enfrentar tudo de novo. Porque sou brava e leal. Eu sou tão forte quanto uma pétala de uma rosa de um jardim quaisquer. Eu sou, perseverante. E eu vou encontrar em cada gota de pedra dessa chuva tão sincera que vem despejando na minha vida, a solução. E eu sei que vou errar, dessa vez, mais uma vez, mas eu sei que tudo vai mudar.
Mas eu vou resistir, porque sei que sou capaz. E nem que nenhum beijo mais me satisfaça, eu vou manter a calmaria na minha vida. Sentir a brisa. Seguir a risca, e tentar não parecer que sou tão incapaz de manter meu coração fixado em apenas um único olhar. Vai ser diferente. Agora as letras das musicas irão ter mais sentido.
Serei eu mesma dessa vez, com meu jeito torto, com minhas palavras embruscadas e com aquela leve impressão de que sou vaga. Tão vaga a ponto de ter que me decifrar, de ter que usar a imaginação, pra só assim conseguir entender o que posso sentir. Eu sou leve.
E me leve embora daqui. Mesmo eu sendo tão amante da solidão, eu sinto a carência de um cuidado. Sinto a necessidade de ter um preenchimento na minha vida. As vezes sou tão cheia, e muitas das vezes eu sou tão vazia, que isso ate me intriga.
Eu só quero poder viajar no som das palavras soprados pela sua boca. Não uso nada rebuscado, por ter um coração tão singelo, de uma menina que esta conhecendo o mundo aos poucos. Que carrega uma tristeza peculiar dentro dos olhos. Sou sutil. Mas a vida vem armando travessuras para mim. E eu quero esquecer de tudo, com você.
Então venha ate mim. Pois ficarei aqui, no mesmo lugar de sempre. Sempre muito calada. Sempre usando as palavras com que os meus olhos podem falar, mas de boca sempre fechada. E a mente desligada para as opiniões. Afinal, sou dona dos meus sonhos, e ninguém poderia ter a ousadia de interferir naquilo que somente eu sei, no caminho em que apenas eu, já andei.
Mas eu vou resistir, porque sei que sou capaz. E nem que nenhum beijo mais me satisfaça, eu vou manter a calmaria na minha vida. Sentir a brisa. Seguir a risca, e tentar não parecer que sou tão incapaz de manter meu coração fixado em apenas um único olhar. Vai ser diferente. Agora as letras das musicas irão ter mais sentido.
Serei eu mesma dessa vez, com meu jeito torto, com minhas palavras embruscadas e com aquela leve impressão de que sou vaga. Tão vaga a ponto de ter que me decifrar, de ter que usar a imaginação, pra só assim conseguir entender o que posso sentir. Eu sou leve.
E me leve embora daqui. Mesmo eu sendo tão amante da solidão, eu sinto a carência de um cuidado. Sinto a necessidade de ter um preenchimento na minha vida. As vezes sou tão cheia, e muitas das vezes eu sou tão vazia, que isso ate me intriga.
Eu só quero poder viajar no som das palavras soprados pela sua boca. Não uso nada rebuscado, por ter um coração tão singelo, de uma menina que esta conhecendo o mundo aos poucos. Que carrega uma tristeza peculiar dentro dos olhos. Sou sutil. Mas a vida vem armando travessuras para mim. E eu quero esquecer de tudo, com você.
Então venha ate mim. Pois ficarei aqui, no mesmo lugar de sempre. Sempre muito calada. Sempre usando as palavras com que os meus olhos podem falar, mas de boca sempre fechada. E a mente desligada para as opiniões. Afinal, sou dona dos meus sonhos, e ninguém poderia ter a ousadia de interferir naquilo que somente eu sei, no caminho em que apenas eu, já andei.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Você era meu melhor abismo!
Era sentimento. Não sei se era amor, ilusão ou paixão. Mas era sentimento. Talvez um abismo profundo, no qual eu estava á ponto de me jogar, mas eu gostava daquela sensação, daquela melodia sonolenta, de sair em meio a noite, com sapatinhos de brilho, para te ver em uma praça pouco frequentada. Era sensível, e eu não me separava dos seus braços.
Você vinha como o vento, o suspiro de falar: Cheguei! Era meu abismo. Mas meu coração estava ali, encaixado ao seu, mesmo eu sabendo que sua mente talvez nem a mim pertencia. Mas você pertencia a mim, aos sábados á noite. Em meio sereno. Em meio lua cheia ou minguante. Você era meu.
Riamos do acaso, riamos dos nossos casos, riamos do nosso caso. Um caso indefinido, onde mais haviam folhas do que flores. As risadas, eram contemporâneas. Meu caro, que delicia sentir sua respiração no meu pescoço. Sim, eu sorria aos quatro ventos, ao norte, ao sul, ao leste a oeste.
Eu nem era tão romântica assim, e meus dias já nem eram mas tão vagos. Me sentia ausente as vezes. Mas assim fomos levando. Passando outono. Mas eu sempre sabia aonde você se encontrava. E mesmo não sendo tão amorosa, você se encontrava nos meus pensamentos, era magnifico, sentir ate as sensações da sua presença.
Sinto falta. Sinto falta dos sábados a noite. Do amigo que perdi. Das risadas jogadas na rua. Dos abraços em noites frias. Era secreto. Era eu e você. Você e eu. E eu sinto falta, disso tudo. Mas sei que, logo em breve cairei novamente no teu abraço, e sentirei mais uma vez você sorrir pra mim.
Vou esperar na janela, a brisa soar, pois saberei que é sinal de que você vai ser eu, e eu vou ser você. E eu quero assim, ouvir musicas pra lembrar dos nossos dias, dos nossos momentos, dos oito meses. Da plenitude em que vivianos. dos momentos tristes em que passamos. Mas pouquíssimas brigas. Mas eu quero mesmo, é te ter aqui, de volta. Então volta.
Você vinha como o vento, o suspiro de falar: Cheguei! Era meu abismo. Mas meu coração estava ali, encaixado ao seu, mesmo eu sabendo que sua mente talvez nem a mim pertencia. Mas você pertencia a mim, aos sábados á noite. Em meio sereno. Em meio lua cheia ou minguante. Você era meu.
Riamos do acaso, riamos dos nossos casos, riamos do nosso caso. Um caso indefinido, onde mais haviam folhas do que flores. As risadas, eram contemporâneas. Meu caro, que delicia sentir sua respiração no meu pescoço. Sim, eu sorria aos quatro ventos, ao norte, ao sul, ao leste a oeste.
Eu nem era tão romântica assim, e meus dias já nem eram mas tão vagos. Me sentia ausente as vezes. Mas assim fomos levando. Passando outono. Mas eu sempre sabia aonde você se encontrava. E mesmo não sendo tão amorosa, você se encontrava nos meus pensamentos, era magnifico, sentir ate as sensações da sua presença.
Sinto falta. Sinto falta dos sábados a noite. Do amigo que perdi. Das risadas jogadas na rua. Dos abraços em noites frias. Era secreto. Era eu e você. Você e eu. E eu sinto falta, disso tudo. Mas sei que, logo em breve cairei novamente no teu abraço, e sentirei mais uma vez você sorrir pra mim.
Vou esperar na janela, a brisa soar, pois saberei que é sinal de que você vai ser eu, e eu vou ser você. E eu quero assim, ouvir musicas pra lembrar dos nossos dias, dos nossos momentos, dos oito meses. Da plenitude em que vivianos. dos momentos tristes em que passamos. Mas pouquíssimas brigas. Mas eu quero mesmo, é te ter aqui, de volta. Então volta.
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